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29/10/2016

#Resenha - Intocáveis


Olá amorecos. Hoje trago mais uma resenha, porém, desta vez de um filme (de história real e que tem livro hahah). Eu assisti ele em sala de aula e precisava fazer uma resenha sobre, então, aqui está o resultado. 
O personagem Driss é daquele tipo que você se apaixona na primeira frase que pronuncia.

O filme Intocáveis foi escrito e realizado por Olivier Nakache e Éric Toledano, tendo como nacionalidade a França e o cenário a cidade de Paris. O objetivo desse filme é mostrar como uma pessoa pode ajudar a outra mesmo em condições tão diferentes e pertencendo a mundo tão divergentes, assim, dão um choque de realidade ao nos apresentar Driss e Phillippe.
Sendo inspirada em uma história real, com um roteiro bem trabalhado, cenas cômicas e quase duas horas de filme, no qual o script não vem a ser entediante ou até mesmo repetitivo, essa obra transmiti uma linda mensagem; se houver humanidade, não há diferenças. A história retrata a vida de dois homens; Driss (Omar Sy), negro, pobre e agressivo, um marginalizado e sem rumo na vida; e também Philippe (François Cluzet), um senhor branco, milionário, culto, refinado e elegante. Sendo tão diferentes, o que faria a vida dos dois se cruzarem? A resposta é o destino ou a vontade de Deus, e quando esses dois desconhecidos se encontram, nós conseguimos tirar uma grande e valiosíssima lição.

Phillipe é um multimilionário francês que, por causa de um acidente, acabou ficando tetraplégico, assim, precisa do auxílio de um enfermeiro para ajudar em suas necessidades do dia a dia, já que ele por si só não consegue fazer muita coisa. Porém, Philippe está cansado do sentimento de pena que as pessoas demonstram, e por isso escolhe justamente aquele que é o seu oposto, mas que é o único que não o viu como um completo inválido e que deu um motivo para voltar a sorrir. 
Já Driss desejava apenas uma coisa; uma assinatura que provasse que havia ido em busca de um emprego, mas no fim acabou recebendo muito mais do que havia pedido ou desejado. O personagem Driss é daquele tipo que você se apaixona na primeira frase que pronuncia, com um estilo próprio do subúrbio de Paris, conseguiu conquistar não apenas o Philippe, mas também todas as pessoas que o assistiu.
Tão diferentes, mas tão iguais. À primeira vista Philippe e Driss não tem absolutamente nada em comum, entretanto, isso é um engano, pois há algo que os uni: as suas próprias delimitações. Driss é cercado pela pobreza e a constatação de que aquilo dificilmente irá mudar, já para Philippe é mais difícil ainda, ele é rico, mas não possui seus movimentos, simplesmente perdeu sua liberdade, e é querendo destruir suas limitações que ambos entram em uma aventura que mudará para sempre a vida deles. 
Uma história emocionante, que nos mostra a importância das relações sociais e de termos uma família estruturada. Driss veio de uma família sem estrutura, e muitas vezes se sentia como se não fosse importante, um sentimento que pelo menos metade das pessoas já teve, afinal, quem nunca se sentiu menos importante que uma formiga? Isso é algo que ocorre com muita frequência e que pode trazer consequências bem graves.

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